O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) é um tributo federal cobrado sobre diversas operações, incluindo compras e pagamentos feitos em moeda estrangeira.
No caso das viagens internacionais, ele aparece em gastos como cartão de crédito, cartão internacional, compra de moeda e serviços contratados fora do país.
A alíquota que antes vinha sendo gradualmente reduzida voltou a subir, impactando diretamente o bolso de quem viaja. Resultado: aquela lembrancinha “baratinha” ficou menos simpática quando chega a fatura.
Viajar para fora do país já exige planejamento, organização e uma certa tolerância emocional com filas e conexões, além de lidar com um câmbio que flutua como criptomoeda.
Entender como a tarifa funciona ajuda a evitar sustos na fatura e a escolher a forma mais econômica de pagar suas despesas no exterior.


O IOF afeta diferentes momentos da viagem. Alguns mais óbvios, outros nem tanto.
Compras feitas fora do Brasil com cartão de crédito internacional sofrem incidência de IOF sobre o valor convertido para reais. Isso vale para lojas físicas, restaurantes, passeios e até compras online em sites estrangeiros.
Passagens compradas em sites internacionais ou cobradas em moeda estrangeira também entram na conta. Mesmo quando a companhia é brasileira, se a cobrança for em dólar ou euro, o IOF aparece.
Reservas feitas em hotéis no exterior, plataformas internacionais ou cobradas em moeda estrangeira também sofrem tributação. Em alguns casos, o IOF só aparece no momento do pagamento, não na reserva. A surpresa costuma vir depois.


Não existe resposta mágica, infelizmente.
A melhor estratégia costuma ser combinar os três, evitando depender exclusivamente do cartão de crédito.
Sim, o imposto existe. Não, você não precisa aceitar passivamente.
Distribuir gastos entre cartão internacional, débito e dinheiro reduz o impacto do IOF e do câmbio.
Sempre que possível, recuse a conversão automática para reais. O câmbio oferecido costuma ser pior do que o do seu banco, e o IOF continua sendo cobrado.
Comprar passagens, hospedagens e serviços com antecedência ajuda a diluir custos e evita pagar tudo em cima da hora, quando o câmbio geralmente não colabora.
Contas internacionais e cartões de débito vinculados a elas costumam ter IOF menor e taxas mais transparentes.


O IOF em viagens internacionais é um custo inevitável, mas não precisa ser um vilão absoluto. Com informação e planejamento, dá para reduzir impactos e fazer escolhas mais inteligentes na hora de pagar.
Se você quer viajar com mais previsibilidade e menos dor de cabeça financeira, vale deixar o Clube Bancorbrás te ajudar a planejar sua viagem do começo ao fim.
Viajar já é caro o suficiente. Não precisa deixar o imposto transformar isso num esporte radical.



